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Heráldica

Brasão de Moscavide: Escudo de azul, faixa ondada de prata, acompanhada em chefe de uma cruz latina de vermelho, contornada e coroada de ouro, entre duas alfaces de verde orladas e realçadas de ouro; em campanha, catorze favos de ouro, postos dois, três, quatro, três, dois. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com a legenda a negro em maiúsculas: “MOSCAVIDE”.

Simbologia

A cruz com Coroa – Símbolo do Seminário (do seu patrono Cristo Rei) fica situado no lugar conhecido por Quinta do Cabeço, o Seminário Patriarcal de Cristo-Rei, é uma instituição da Igreja, que está implantada na freguesia de Moscavide desde os seus primórdios. É um local reservado, os seus jardins, de proporção e beleza dificilmente igualáveis, estiveram ao dispor dos habitantes da região, mas sucessivos actos de vandalismo levaram ao seu encerramento. É actualmente residência oficial do Cardeal Patriarca de Lisboa.

Os favos – Simbolizam a grande densidade populacional da Vila, constitui uma analogia entre os favos das abelhas e o crescimento urbano. A característica natural da colmeia de abelhas que se multiplica consoante o número de indivíduos agregados, pode simbolizar o processo de desenvolvimento, pois o homem, do mesmo modo, quando fixado num lugar, tende largar o seu habitat incrementando o surgimento à sua volta, de outros blocos que chamam a si a albergam, as correntes migratórias populacionais que os diversos fenómenos sócio-económicos levam a sedentarizar em «dormitórios», inerentes à implantação da indústria, do comércio e dos serviços, como fontes mais significativas do mercado de trabalho. A escolha dos favos da colmeia é por demais evidente, pois a abelha, tal como o homem, vivem em comunidades produtivas e constróem o seu próprio habitat e, do mesmo modo, quanto maior o seu número de indivíduos, mais acrescenta a colmeia, pois maior necessidade tem de albergar e arrecadar os seus bens.

As alfaces – Simbolizam a produção de produtos hortícolas de Moscavide no passado.

A faixa ondada de prata – Simboliza o rio Tejo, cuja margem direita banha o limite a nascente da divisão geo-administrativa de Moscavide. O Tejo tem actualmente uma relação muito forte com toda a zona Oriental e em particular com a população de Moscavide, devido à realização da Expo98, sem desprezar a passagem dessa via de comunicação fluvial de tão grande importância para a economia do país que somos, e na beleza que este empresta aos locais por onde passa.

Brasão da Portela: Escudo de azul, um troço de aqueduto de cinco arcos de prata, lavrado de negro, movente dos flancos, acompanhado em chefe de uma cruz de ouro entre dois livros abertos de prata e, em ponta, de um ramo de oliveira, frutado, de ouro. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: “PORTELA – LOURES”.

Simbologia

O aqueduto – Representa o aqueduto do rio Alviela que, de há muitos e longos anos, constitui referência marcante da capacidade e engenho dos homens.

O ramo de oliveira – Representando a zona de olival que existiu na freguesia.

Os livros – Simbolizam os os estabelecimentos de ensino básico, secundário e universitário, que existem na área da freguesia.

A cruz – Representa a igreja de Cristo Rei da Portela.

A Junta de Freguesia de Moscavide e Portela conta com uma nova imagem, da autoria de Hugo Ruivinho

Simbologia

A imagem representa a nova freguesia: na linha do horizonte surgem lado a lado os prédios da Portela e os prédios de Moscavide. Ao centro um caminho comum para as duas localidades, que depois se divide, representando a união assente na autonomia de cada localidade. Uma folha estilizada, a verde, simboliza a origem comum das duas localidades (as antigas quintas) e os espaços verdes, espalhados pela freguesia, locais de encontro da comunidade.

As cores escolhidas foram o azul, o verde e o amarelo, presentes nos brasões de Moscavide e Portela.

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