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PLANO DE REABERTURA DO MOBILIÁRIO URBANO PARA ASSENTO | COVID-19

A Junta de Freguesia de Moscavide e Portela assumiu, desde a primeira hora, uma postura de grande proatividade perante o cenário mais negativo que a Pandemia Covid-19 faria prever.

Apostámos em medidas e restrições fortes que visaram a redução do risco de contágio, a mitigação de riscos para a saúde pública e, acima de tudo, a defesa da saúde das pessoas.

As medidas adotadas foram, num primeiro momento, intervir sobre os locais e atividades em que existisse um maior risco de contágio.

Antes mesmo das medidas de encerramento de espaços de convívio em espaço público resultantes da aplicação do Estado de Emergência de 20 de março, a Junta de Freguesia determinou o encerramento dos mesmos na freguesia, inclusive o mobiliário urbano para assento.

Antecipámos em 06 de março, muitas das medidas que vieram a ser concretizadas duas semanas depois pelo Governo e a DGS.

Estávamos certos!

Fizemo-lo baseados no conhecimento que temos dos hábitos dos nossos residentes e acima de tudo percebendo que a nossa população está em grande medida integrada em grupos de risco e que os impactos do contágio poderiam ser dramáticos no contexto social da nossa freguesia.

OS DADOS QUE DISPOMOS PERMITEM-NOS DIZER QUE ESTÁVAMOS CERTOS, QUER NAS MEDIDAS, QUER NO TEMPO EM QUE AS ADOTÁMOS e podemos, para já, impedir uma situação mais crítica da infeção na nossa freguesia.

A seriedade com que tratámos este assunto gerou obviamente constrangimentos.

Sabíamos que a escolha deveria ser séria, assumir que as pessoas são o mais importante e a saúde pública o nosso objetivo inicial e fundamental.

Foi nesse sentido que desenhámos um Plano de Contingência para a freguesia que acautelava a segurança e a saúde pública em primeiro lugar, sem perder de vista a necessidade de, logo que fosse possível e aceitável, abrir a comunidade os espaços públicos encerrados.

É CHEGADO ESSE MOMENTO.

Ainda que estejamos num momento complexo e que seja FUNDAMENTAL respeitar todas as boas normas e práticas de proteção de saúde pública, podemos agora, permitir a utilização do mobiliário urbano para assento – bancos – na freguesia de Moscavide e Portela.

Sabemos que o nível de risco ainda é elevado e continuamos a estar atentos à situação para que haja uma resposta concreta, determinada e rápida, sempre que se verifiquem comportamentos que coloquem em risco a segurança de pessoas.

A responsabilidade é de todos e a Junta de Freguesia de Moscavide e Portela continua a ter a saúde das pessoas como prioridade central da sua ação.

A Junta de Freguesia de Moscavide e Portela desenvolveu um Plano de Reabertura do Mobiliário Urbano para Assento, para iniciar no dia 1 de junho de 2020, que vai ao encontro do Plano de Desconfinamento determinado pelo Governo.

Continuamos a apelar para o excecional comportamento cívico que demonstrámos até aqui, tornando esta comunidade de Moscavide e Portela num exemplo de civismo e urbanidade, mas também de união e solidariedade.

Continuamos a fazer das pessoas o mais importante.

Queremos voltar a ser um território de pessoas felizes, juntas, em todos os lugares e todos os espaços. Conscientes. Seguros. Confiantes.

No entanto, alertamos, que caso se verifique comportamentos incorretos e o incumprimento das normas definidas no Plano de Reabertura, assim como, o agravamento acentuado da curva epidemiológica da freguesia, não hesitaremos em voltar a implementar as medidas de restrição necessárias e a suspensão imediata das esplanadas em espaço público.

Para tempos excecionais, medidas excecionais.

Tudo o que fizemos e estamos a fazer é nessa lógica de defender o mais importante: AS PESSOAS!

Isto ainda não terminou!

O fim do Estado de Emergência não significa que terminou a necessidade de nos defendermos. E continuamos em Estado de Calamidade. O estado de calamidade não nos liberta do dever cívico de manter o maior recolhimento possível.

Acreditar que já dominámos a situação é um erro que não devemos cometer. Aliviar a atenção ou terminar com os cuidados que temos vindo a ter, seria uma porta aberta para um surto mais grave e de consequências mais devastadoras.

O vírus não anda sozinho, somos nós que o transportamos!

É nosso dever continuar a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para nos defendermos e defendermos quem nos rodeia.

Está nas nossas mãos tudo fazer para evitar que esta pandemia seja uma catástrofe junto da nossa comunidade. FAÇAMOS O QUE ESTÁ AO NOSSO ALCANCE.

Estar fora de um grupo de risco não é estar fora de perigo. SER JOVEM OU SAUDÁVEL NÃO É SER OU ESTAR IMUNE.

Vamos Juntos. Primeiro as Pessoas!